Num mesmo lugar, na área central das edificações que compõem a estrutura física do Museu Histórico Nacional, estão abrigados canhões de guerra, sinos, chafariz em estilo neocolonial, bancos adornados, brasões portugueses e até um portal de pedra do século 19. Ali ficou conhecido como Pátio dos Canhões que, desde a década de 1920, se tornou abrigo dos canhões de nacionalidades diversas e constituintes do acervo do museu.
É também um espaço de lazer para quem visita as instalações do MHN, em que se pode desfrutar de momentos de tranquilidade entre árvores, canto de pássaros e uma linda paisagem composta por janelas e azulejos do período neocolonial. E tudo isso concentrado num lugar que remete o público ao ambiente de guerra, pois ali estão expostos mais de 40 canhões, cada um com a sua história.
Para quem já visitou ou ainda pretende visitar esse espaço, o MHN sugere a leitura do livro “Pátio Epitácio Pessoa: entre pedras, canhões e arcadas”, que está disponível no site do museu, totalmente bilíngue: português e inglês.
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