Projeto “Pátio Epitácio Pessoa: entre pedras, canhões e arcadas”

O pátio Epitácio Pessoa, mais conhecido como pátio dos Canhões – que também já foi chamado de pátio dos Menores e pátio das Coroas – é registro e testemunha das mudanças ocorridas, não só no conjunto arquitetônico que abriga o Museu Histórico Nacional, como também na própria cidade do Rio de Janeiro (RJ). Já foi via de passagem entre a praia da Piaçava e a ladeira da Misericórdia e subida para o morro do Castelo.

Seu primeiro nome, pátio dos Menores, refere-se ao uso que dele fazia a Companhia de Menores Artífices do Arsenal de Guerra, que oferecia abrigo e instrução às crianças órfãs e desvalidas da cidade. Mas seu espaço já foi usado também para treinamento de soldados, assim como para experimentações e trabalhos das oficinas do Arsenal de Guerra.

Os canhões encontram-se no pátio desde a primeira exposição do MHN, em 1922, e são, em sua maioria, herança do arsenal que foi transferido para o bairro do Caju em 1903 – e do antigo museu militar que funcionava nas edificações do arsenal.

Conheça em detalhes cada um dos 73 itens museológicos do pátio dos Canhões.

Faça o download gratuito do livro “Pátio Epitácio Pessoa: entre pedras, canhões e arcadas” (PDF). A versão impressa (tiragem limitada) está à venda na loja do MHN – térreo do museu.Caso tenha interesse em adquirir via remessa postal, escreva para valeriamhn@gmail.com.

Leia também a “Folha do Pátio” com curiosidades (PDF).

O projeto “Pátio Epitácio Pessoa: entre pedras, canhões e arcadas” faz parte do Plano Anual 2021 do Museu Histórico Nacional, que tem o apoio da Associação dos Amigos do MHN e patrocínio do Instituto Cultural Vale – por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura.

Pátio dos Canhões