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Museu Histórico Nacional reabre parcialmente a partir de 2 de setembro

Fechado ao público desde março de 2020, devido à pandemia ainda em curso, o Museu Histórico Nacional, que integra a rede do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) no Rio de Janeiro (RJ), reabre parcialmente aos visitantes a partir do dia 2 de setembro de 2021.

MHN_FachadaPrincipal_DivulgacaoO museu passa a funcionar, nesta primeira fase, sempre às quintas, sextas e sábados, das 10h às 16h. Não é necessário retirar ingresso antecipadamente e a entrada será gratuita.

Será feito um controle rígido de acesso, de acordo com as normas estabelecidas no protocolo preventivo à covid-19 aprovado pela instituição.

Medição de temperatura, uso de máscara em todo o circuito, distanciamento entre pessoas que não estejam no mesmo grupo; limitação no número de visitantes nos espaços; utilização de luvas para a manipulação de maquetes táteis e uso de álcool em gel, além do comprovante de vacinação a partir de 15 de setembro, serão obrigatórios para todos.

Confira as perguntas mais frequentes sobre a reabertura parcial e assista vídeo com as principais orientações.

A exposição que celebra os 150 anos da Granado estará novamente em cartaz

A exposição que celebra os 150 anos da Granado estará novamente em cartaz

Nesta primeira fase não haverá atendimento presencial a pesquisadores nem eventos presenciais no MHN: toda a programação segue ocorrendo em formato virtual nas redes sociais do museu. Conheça nossos canais de comunicação.

Circuito térreo
Estará acessível aos visitantes o circuito térreo do MHN: jardim, pátio de Minerva, pátio Gustavo Barroso e pátio dos Canhões; além da exposição de longa duração “Do móvel ao automóvel”, Hall dos Arcazes e a exposição temporária “A botica mais tradicional do Brasil”, que celebra os 150 anos da Granado – última exposição em cartaz antes do fechamento do museu em 2020.

O primeiro piso, onde estão as galerias que contam a história do Brasil da pré-história até a modernidade, não estará acessível ao público e ainda não há data para reabertura.

“A exposição de longa duração, no primeiro andar, está ‘em movimento’, sendo finalizadas intervenções, iniciadas antes da pandemia”, conta Vânia Bonelli, Diretora Interina do MHN. “Quando esta etapa for vencida, e nos sentirmos mais seguros para circular em espaços fechados, iremos reabrir toda a exposição já revitalizada”.

Conheça um pouco dos espaços abertos ao público nesta primeira fase:

Exposição temporária “A botica mais tradicional do Brasil”
Em 2020, as farmácias Granado completaram 150 anos de criação. Na exposição se entrelaçam tanto o desenvolvimento da cidade do Rio, quanto o crescimento da farmácia e a sua comunicação com o público desde 1870. Em cartaz até 10 de outubro de 2021.

Exposição de longa duração “Do móvel ao automóvel”
“Do Móvel ao automóvel: transitando pela História” é uma exposição que apresenta meios de transporte terrestres, utilizados ao longo dos séculos no Rio: como cadeirinhas de arruar, carruagens e berlindas e até um raro exemplar de automóvel do início do século XX – em um espaço ambientado por uma nova sonorização com trilha sonora de época.

Pátio dos Canhões no MHN: publicação bilingue contará a história do espaço

Pátio dos Canhões no Museu Histórico Nacional

Pátio de Minerva
Um dos marcos do conjunto arquitetônico que abriga o MHN, o portão da Minerva se abre para o pátio com o mesmo nome, que se destaca pela arcada de sete vãos que remete à arquitetura do Brasil no período colonial.

Pátio dos Canhões
Oficialmente pátio Epitácio Pessoa, o espaço apresenta uma coleção de canhões de diversas épocas e nacionalidades, além de outros itens museológicos – com destaque para fragmentos arquitetônicos da cidade do Rio de Janeiro.

Pátio Gustavo Barroso
O pátio, que homenageia o primeiro diretor do MHN, apresenta esculturas de diversos autores brasileiros, como os conjuntos escultóricos de grandes dimensões do carioca Eduardo de Sá.

Hall dos Arcazes
Localizado entre o pátio de Minerva e o pátio dos Canhões, o Hall dos Arcazes apresenta uma coleção de pinturas andinas, realizadas entre os séculos XVII e XIX, e mobiliário brasileiro de origem sacra.

Jardim
O arquiteto e paisagista Haruyoshi Ono (1944-2017), parceiro criativo de Roberto Burle Marx, assinou as plantas do processo de revitalização do jardim do MHN em 1999. Além de integrar a Praça João Paulo II, o jardim apresenta esculturas e a ala das Bandeiras, onde estão hasteadas todas as bandeiras que o Brasil já teve.

Para mais informações, faça contato com a recepção do MHN pelo telefone (21) 3299.0324 (quarta a sábado, das 10h às 16h) ou pelo endereço eletrônico faleconosco.mhn@museus.gov.br.

Texto e fotos: Ascom/MHN
Última edição: 30.8.2021

Museu Histórico Nacional reabre parcialmente a partir de 2 de setembro

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